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Como o IPCA de 2025 influenciou compras, orçamento e hábitos de consumo?

8 de dezembro de 2025 |

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O comportamento de consumo dos brasileiros em 2025 não pode ser entendido sem olhar para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e os juros. Mesmo com um ambiente de inflação mais moderada, o custo do crédito, o encarecimento de serviços e as oscilações de preço ao longo do ano influenciaram o orçamento das famílias e a dinâmica de consumo. 

Com isso, o brasileiro passou 2025 reorganizando prioridades, buscando previsibilidade e planejando melhor cada gasto, especialmente em setores sensíveis aos juros, como turismo, bens duráveis e serviços. 

A seguir, veja como os preços evoluíram ao longo do ano, quais setores mais sentiram essas movimentações e como essas tendências se conectam ao comportamento do consumidor. 

Como o IPCA ajuda a entender o consumo? 

Como índice oficial da inflação, o IPCA é um dos principais termômetros da economia brasileira. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o termômetro oficial da inflação. Ele indica quanto os preços variam ao longo do tempo e, com isso, revela mudanças no custo de vida. 

Quando o índice sobe, o orçamento das famílias é pressionado. Logo, as escolhas de consumo se ajustam quase imediatamente. Cada variação se traduz em decisões como manter, reduzir, substituir ou adiar compras.  

O IPCA também evidencia quais grupos ficaram mais caros e como isso afeta os padrões de gasto. Quando alimentação, transporte ou serviços recuam, há respiro. Quando avançam, as famílias reorganizam prioridades.  

Por isso, o IPCA funciona como um retrato claro de como a inflação molda hábitos de consumo ao longo do ano. 

Já os juros determinam o custo do crédito — e, em muitos casos, a possibilidade ou não de consumir. Quando os juros estão altos, parcelas ficam mais caras, financiamentos mais restritos e a tendência é de adiar compras maiores. 

Em 2025, o brasileiro observou essas oscilações de perto, especialmente porque a soma de inflação com crédito caro criou um ambiente em que o consumo precisou ser mais planejado. 

O que o IPCA revelou sobre a inflação ao longo de 2025? 

O IPCA de 2025 mostrou um comportamento de inflação moderada, mas ainda presente no cotidiano das famílias. Os índices mensais alternaram entre avanços e pequenos recuos, refletindo tanto pressões de serviços quanto períodos de alívio em itens administrados.  

Até outubro de 2025, três grupos registraram queda: 

  • Habitação: –0,30%; 
  • Artigos de residência: –0,34%; 
  • Comunicação: –0,16%. 

A maior influência negativa veio da energia elétrica residencial, que caiu 2,39% e reduziu o índice geral ao contribuir com –0,10 ponto percentual. 

Entre as altas, destacaram-se: 

  • Vestuário: +0,51%; 
  • Despesas pessoais: +0,45%; 
  • Saúde e cuidados pessoais: +0,41%. 

No caso dos alimentos, o movimento foi misto. Arroz e leite recuaram, enquanto batata inglesa e óleo de soja subiram — um padrão que afetou ticket médio das compras essenciais ao longo dos meses. 

A comparação com 2024 indica desaceleração. Em outubro do ano anterior, o IPCA havia sido de 0,56%, bem acima dos 0,09% observados em 2025.  

Mesmo com esse alívio, alguns componentes essenciais, especialmente serviços, mantiveram reajustes que continuaram exigindo cautela das famílias.  

A proximidade das variações mensais com a meta de inflação ajudou a reduzir incertezas, mas não eliminou o impacto percebido no orçamento. A composição do índice, com quedas em energia e alta em itens como saúde e despesas pessoais, mostrou que a pressão está sobre gastos essenciais. 

Como foi o consumo do brasileiro em 2025? 

O consumo em 2025 foi influenciado por um cenário de preços ainda oscilantes e por mudanças estruturais na forma como diferentes gerações tomam decisões de compra. Em primeiro lugar, as famílias passaram a reorganizar o orçamento priorizando o essencial. 

Segundo o relatório Redefinição do Perfil do Consumo, o consumidor atual é mais exigente, conectado e informado. Ele compara alternativas com mais cuidado e busca decisões que façam sentido dentro da sua realidade econômica. 

Esse movimento também indica que, mesmo pressionado, o brasileiro continuou consumindo de forma mais seletiva. Em vez de cortar tudo, reorganizou prioridades. 

Ainda, mesmo com inflação mais controlada, o ano de 2025 foi marcado por juros ainda elevados. A taxa básica seguiu em dois dígitos e impôs um custo elevado a operações parceladas, financiamentos de veículos, compras no rotativo e empréstimos pessoais. 

Esse cenário ajudou a moldar comportamentos como: 

  • redução no uso de parcelamentos longos; 
  • planejamento mais rígido de compras de alto valor; 
  • busca por promoções antes de comprometer o orçamento; 
  • maior preocupação com previsibilidade financeira. 

Que papel tiveram o consumo digital e os meios de pagamento em 2025? 

O avanço da digitalização seguiu influenciando o comportamento de consumo em 2025, especialmente entre gerações mais jovens. O relatório Redefinição do Perfil do Consumo também mostra que Millennials e Geração Z utilizam redes sociais, buscadores e reviews como ponto de partida para decidir o que comprar. 

Além disso, a digitalização impactou os meios de pagamento. A preferência por transações rápidas, seguras e de baixo custo operacional favoreceu a expansão do uso de pagamentos instantâneos. 

Outro ponto relevante é que as gerações analisadas pelo relatório mantêm padrões distintos de adoção tecnológica. A Geração X combina hábitos tradicionais com ferramentas digitais. 

Por sua vez, Millennials valorizam praticidade e personalização, enquanto a Geração Z privilegia agilidade e integração completa entre descoberta, decisão e pagamento.  

Como as oscilações impactaram o turismo e as viagens? 

O setor de turismo — especialmente transporte aéreo — foi um dos mais sensíveis às oscilações de preços e à influência dos juros em 2025. 

As passagens aéreas registraram variações significativas ao longo dos meses, associadas a custos de combustível, sazonalidade e demanda. Em determinados períodos, promoções pontuais geraram picos de compra. 

Em outros, aumentos expressivos levaram consumidores a adiar viagens e reavaliar destinos. Com os juros altos, parcelar viagens ficou mais caro e isso moldou decisões importantes, como o crescimento na busca por viagens nacionaiscomo alternativa ao exterior. 

Como organizar melhor as finanças diante desse cenário? 

Como você entendeu, em 2025, o comportamento do consumidor foi guiado pela variação dos preços e o custo do crédito. IPCA oscilando mês a mês, juros elevados e diferenças marcantes entre os grupos do índice exigiram escolhas mais cuidadosas. 

Dentro desse cenário, algumas estratégias ajudam o consumidor a manter o controle financeiro mesmo diante de oscilações relevantes: 

  • reavaliar parcelamentos em períodos de juros altos reduz o risco de comprometer o fluxo financeiro com parcelas que se acumulam e encarecem o custo total; 
  • aproveitar recuos em itens essenciais — como energia, alimentos e combustíveis em determinados meses — permite ajustar o orçamento e redistribuir gastos de forma mais eficiente; 
  • utilizar comparadores e alertas de preço, sobretudo para passagens aéreas e eletrônicos, ajuda a identificar momentos de compra mais favoráveis em setores com forte volatilidade; 
  • planejar viagens com acompanhamento semanal de preços melhora o timing de compra e reduz o impacto da oscilação das tarifas aéreas. 

Além disso, para otimizar seu planejamento em viagens internacionais, é fundamental analisar as taxas de câmbio. Com o Braza On, a conta multimoedas do Braza, você aproveita o menor custo do Brasil para comprar dólar, euro, stablecoins e muito mais. 

Abra sua conta e aproveite! 

 

Em resumo 

O que o IPCA mostra sobre o custo de vida em 2025? 

O índice revela como os preços variaram ao longo do ano e como essas mudanças pressionaram o orçamento das famílias, influenciando decisões de consumo. 

Quais grupos mais impactaram a inflação em 2025? 

Vestuário, saúde e despesas pessoais registraram altas, enquanto energia elétrica e alguns itens alimentares ajudaram a aliviar o índice em determinados meses. 

Como o comportamento de consumo mudou ao longo do ano? 

Com o orçamento pressionado, as famílias priorizaram gastos essenciais, ficaram mais seletivas e passaram a comparar mais antes de comprar.