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Golpes e fraudes na Black Friday: quais os mais comuns, como funcionam e como se proteger

3 de novembro de 2025 |

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A Black Friday é um período muito aguardado pelos consumidores. A data, que foi “importada” nas últimas décadas, caiu no gosto dos brasileiros, que esperam sua chegada para comprar produtos com melhores condições. 

Mas apesar das promoções agressivas, a Black Friday também chama atenção pelas tentativas de fraude. É daí que vem o apelido “black fraude”. Ou seja, enquanto o volume de compras dispara, golpistas exploram pressa, desatenção e ofertas “boas demais para ser verdade”. 

Neste conteúdo, você entenderá mais sobre os golpes e fraudes na Black Friday para saber como se proteger.  

O que é a Black Friday e como ela chegou ao Brasil? 

A Black Friday nasceu nos Estados Unidos, na década de 1960, como o dia que marca o início das compras de Natal. Ela sempre ocorre na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças, um dos feriados mais importantes nos EUA.  

No país, se tornou tradição que diversas marcas fizessem descontos agressivos, tanto para movimentar o estoque quanto para aquecer o público para a temporada de compras do fim de ano. 

No Brasil, o evento começou na década de 2010, impulsionado por varejistas de comércio eletrônico. Em pouco tempo, a Black Friday se tornou um dos períodos mais aguardados do calendário de consumo, com campanhas de descontos que se estendem por semanas. 

Leia também: Proteção patrimonial e dolarização: o que é e como fazer  

Por que os golpes crescem na Black Friday? 

A popularização da Black Friday também trouxe problemas. Logo nas primeiras edições, surgiram denúncias de preços maquiados e de ofertas “pela metade do dobro”, o que fez o termo “black fraude” ganhar força.  

Isso acontece porque a Black Friday reúne os elementos que tornam o ambiente digital mais vulnerável:  

  • volume elevado de transações; 
  • pressa nas decisões; 
  • alto ticket médio das compras. 

Desse modo, criminosos se aproveitam desse contexto para aplicar golpes. Eles vão desde fraudes “simples”, como o aumento artificial de preços, até ataques complexos, como clonagem de sites e roubo de dados bancários. 

Além disso, com a digitalização do varejo e o avanço das ferramentas de inteligência artificial, os golpes se tornaram mais convincentes. Hoje, criminos 

os conseguem replicar sites inteiros de grandes marcas, comprar anúncios em buscadores e redes sociais etc. 

Quais são os golpes mais comuns na Black Friday?  

O termo “black fraude” nasceu do truque de inflar preço antes do evento para, no dia, simular um “superdesconto”. Embora essa maquiagem ainda exista, o cenário atual é mais amplo. 

Veja exemplos de golpes comuns! 

Sites falsos que imitam varejistas 

Um dos golpes mais frequentes envolve a criação de sites falsos que copiam cores, símbolos e layout de lojas conhecidas. A diferença está em pequenos detalhes: um “l” substituído por “I”, ou o domínio “.com.br” transformado em “.shop”. 

Essas páginas aparecem entre os primeiros resultados de busca, muitas vezes em links patrocinados, o que aumenta a sensação de legitimidade. O consumidor acessa, preenche seus dados e realiza o pagamento — que vai direto para a conta do golpista. 

Para evitar esse tipo de armadilha, vale digitar o endereço da loja manualmente, conferir se o site começa com “https”, observar o cadeado de segurança e checar o CNPJ no rodapé.  

Também é recomendável testar o atendimento antes da compra e desconfiar de valores muito abaixo da média do mercado. 

“Metade do dobro” e preços maquiados 

A chamada “metade do dobro” é uma fraude antiga, mas ainda recorrente. Nela, o lojista aumenta o preço do produto dias antes da Black Friday e, no evento, anuncia um grande desconto que não passa de maquiagem comercial. 

A pressa em aproveitar o suposto benefício leva o consumidor a comprar sem checar o histórico de preços. Ferramentas como Zoom e Buscapé ajudam a comparar valores e identificar se o desconto é real.  

Também é importante observar a reputação da loja em sites de reclamação e desconfiar de promoções com prazos ou contagens regressivas exageradas. 

Phishing e mensagens fraudulentas 

Golpes de phishing se multiplicam em épocas de grande movimentação online. E-mails, SMS e mensagens no WhatsApp prometem cupons de desconto, brindes ou atualizações de segurança de bancos e lojas. 

Ao clicar, o usuário é direcionado a páginas falsas que coletam senhas, números de cartão e outros dados pessoais. Hoje, com o uso de inteligência artificial, os textos estão mais convincentes e livres dos erros de português que antes denunciavam a fraude. 

A melhor forma de prevenção é nunca clicar em links recebidos por mensagem. Em computadores, passe o mouse sobre o link para visualizar o endereço completo.  

Confira sempre o remetente e evite mensagens enviadas por domínios genéricos como @gmail.com ou @hotmail.com. Manter o antivírus atualizado e ativar a autenticação em dois fatores também reforça a segurança. 

Pix e boletos adulterados 

A popularização dos pagamentos instantâneos trouxe praticidade — e novas brechas para fraudes. Logo, durante a Black Friday, é comum surgirem boletos clonados ou chaves Pix falsas. 

Os criminosos alteram apenas a linha digitável do boleto, mantendo o mesmo visual da loja, ou criam QR codes falsos que redirecionam o valor para outra conta. Em muitos casos, o CNPJ parece legítimo, o que aumenta a confiança da vítima. 

Por isso, sempre gere boletos e chaves Pix diretamente no site ou aplicativo oficial da loja. Antes de confirmar o pagamento, verifique se o nome e o CNPJ do recebedor correspondem ao comerciante.  

Confira: Inflação e taxa de câmbio: qual a relação entre eles? 

O que fazer se cair em um golpe? 

Mesmo com todos os cuidados, ninguém está totalmente imune. Caso perceba que foi vítima de fraude, a primeira ação deve ser contatar o banco ou a instituição de pagamento. 

No caso do Pix, existe o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que pode bloquear temporariamente o valor na conta do golpista enquanto o caso é analisado. O pedido precisa ser feito o quanto antes. 

Em seguida, registre um boletim de ocorrência, preferencialmente com os comprovantes e prints das conversas ou anúncios. Essas informações podem ajudar na investigação e também são exigidas em pedidos de estorno.  

Também é importante trocar senhas, ativar a autenticação em dois fatores e monitorar movimentações suspeitas nas contas.  

Outra medida é registrar a reclamação no Procon ou na plataforma consumidor.gov.br, que conecta consumidores e empresas para solução de conflitos. 

E, por fim, compartilhe a experiência. Denunciar o golpe ajuda a impedir que outras pessoas caiam na mesma armadilha. 

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Em resumo 

Por que aumentam os golpes nesse período? 

Porque há mais volume de compras, pressa nas decisões e alto ticket médio. Esse ambiente favorece ações de criminosos que criam sites falsos, manipulam preços e disseminam links fraudulentos. 

Quais são os golpes mais comuns? 

Entre os mais recorrentes estão os sites falsos, as promoções “pela metade do dobro”, as mensagens de phishing, os boletos clonados e as chaves Pix adulteradas. 

Como se proteger? 

Cheque sempre o endereço do site, verifique o CNPJ e o cadeado de segurança, evite clicar em links enviados por mensagem e prefira pagar com cartão virtual. 

O que fazer se cair em um golpe? 

Entre em contato com o banco imediatamente, solicite o bloqueio via MED, registre boletim de ocorrência e denuncie o caso ao Procon ou à plataforma consumidor.gov.br.